Passeando por Witmarsum!



Olá Pessoal tudo bem com vocês? Julho temporada de férias pra muita gente. Vocês estão de férias? Se estão, o que andam fazendo de legal?



Quem ainda não leu o post sobre a série Anne with an E é só clicar aqui.



No Paraná especialmente tem muita coisa bacana pra explorar,  de moto ou de carro, tanto em Curitiba, como em outros municípios, além do litoral que a gente adora com força! Hoje mostro pra vocês um pouquinho de Witmarsum, colônia alemã, de imigrantes menonitas, situada a 60 km de Curitiba. Repararam na foto que abre esse post? Um belo convite não é mesmo?



Pela  construção vocês já sentiram a wibe germânica não é mesmo? Esse é o centro de informações turísticas da colônia Witmarsum, lá dá pra tirar dúvidas, e pegar dicas de onde ir.



No museu da colônia, que foi a casa da Fazenda Cancela que deu origem a colônia, dá pra ter uma ideia de como era a vida das famílias fundadoras de Witmarsum. Há objetos e mobiliário das pessoas que viveram ali.


Os café coloniais são parada obrigatória. Escolha o seu e saboreie as delícias típicas alemãs.


Mesmo sem GPS não dá pra se perder. A Avenida Principal é bem sinalizada, e as ruas laterais tem as placas indicativas das atividades locais, como comércio, pousadas e propriedades onde dá pra curtir o turismo rural.


O verde é a cor predominante, mas é sempre salpicada pelo lindo colorido das flores.



Quem aprecia artesanato típico na wibe germânica pode aproveitar.



É inegável a atmosfera de paz que um lugar como esse traz. É como se tudo entrasse num ritmo mais slow, típico das férias.


Em comunidades que enfrentaram migrações difíceis a presença da fé é sempre destaque. Há igreja menonita evangélica, como a da foto abaixo, como a igreja menonita católica. Viva a tolerância e o respeito!


Já estive em outros lugares de colonização germânica e adoro esse capricho que alia a preservação das tradições, do trabalho manual e das cores vibrantes e alegres.


Espero que tenham gostado do post!


E vocês já conhecem Witmarsum? Se tiverem alguma dica legal compartilhem com a gente aqui nos comentários.




Gratidão imensa por todos vocês que me acompanham aqui no blog, no You Tube e no Instagram!

Paty Molina Scrapbook 
Encontro de paixões; 
Comunicação, Arte, História, Pessoas.

Guirlanda de Natal- Eu que fiz e um pouco de História!



Sim amigos! O Natal está chegando! Época do ano que eu adoro, com sua decoração, as luzinhas, papais noéis em toda parte e acima de tudo, uma maior disposição de espírito para fazer o bem.
Minha árvore de Natal já está montada. Olha a lindona aí!



Nesse ano, eu quis fazer minha própria guirlanda. Vocês já conferiram o preço das guirlandas prontas? Uma fortuna, então fazer a nossa própria guirlanda pode ser uma boa. Mas vocês sabem a origem das guirlandas?



Na Roma antiga era costume presentear as pessoas com ramos de plantas. Acreditava-se que esse hábito trazia saúde ás pessoas, então passaram a enrolar os ramos de plantas na forma circular, acreditando que esse hábito traria saúde a todos da casa.
E o próprio círculo simboliza a perfeição, sem começo nem fim, assim como as alianças de casamento que não por caso, também nasceram nessa época.



(Via Google)

Já no Hemisfério Norte, a crença era de que enrolar ramos de plantas como heras, pinheiro, azevinhos e pendurá-los na porta, afugentava espíritos malignos no inverno. A cor verde dos ramos remete a esperança e a forma circular, ao eterno ciclo da vida, onde nascemos e um dia morremos.



(Via Google)

Por aqui as pessoas utilizam as guirlandas como um adorno de Natal. E muitos não  fazem uso dela por considerar que são de origem pagã e que em nada se relacionam a celebração do nascimento de Jesus.



(Via Google)

Polêmicas a parte, as guirlandas estão bem caras, então decidi fazer a minha. Há diversos tutoriais na net em que vocês podem se inspirar. Para fazer a minha guirlanda, utilizei como base um círculo de arame e fui enrolando o festão verde e depois acrescentei os enfeitinhos. Gastei por volta de R$85,00 e resultado vocês conferem agora.



Gostaram do resultado? Eu gostei e fiquei bem animada!
E vocês já arrumaram a casa pro Natal?
Um grande beijo pra todos!


Gratidão por vocês estarem aqui!
Nada Fubanga um encontro de paixões; 
comunicação, arte, História, pessoas!

Um Dia como Alice- O que podemos aprender com essa história de 150 anos!


Em julho desse ano a história de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll completou 150 anos. Alice está muito além dos contos de fada, é uma história envolvente  e repleta de simbolismos e metáforas poderosas. Então decidi homenageá-la num evento que fizemos mês passado na escola.


O autor dessa história emblemática, Lewis Carroll, era professor de matemática em Oxford mas não era exatamente aquele professor que empolgava os alunos com suas aulas. Era gago, bastante tímido e a escrita de histórias para entreter crianças colocou seu nome na História.


Durante um passeio pelo rio Tâmisa em 1862, com as filhas de seu amigo Harry Liddell, Edhit, Lorina e Alice ( que na época, tinha 10 anos) , Carroll inventou uma história para entreter as meninas. Diz a lenda que Alice amou a história e pediu para que Carroll a colocasse no papel.


Há uma espécie de silêncio sepulcral sobre o excessivo afeto de Carroll sobre a menina Alice. De qualquer forma existem apenas especulações que cresceram quando Carroll abruptamente deixou de frequentar a casa de Liddell, pai de Alice.


A primeira edição de Alice no País das Maravilhas foi lançada em 1865 na Grã- Bretanha. Motivado com o sucesso de sua obra, após 9 anos Carroll publica Alice através do Espelho e O que Alice encontrou por lá. 


Numa tarde preguiçosa, Alice repentinamente percebe um coelho branco apressado, curiosa, vai atrás dele e juntos caem numa toca que dá acesso a um mundo absurso, mas também maravilhoso, Wonderland!


Alice está diante do novo, mas não se intimida, e experimenta líquidos desconhecidos, bolos e cogumelos para ficar do tamanho que cada situação exige, grande ou pequena. E ao se deparar com os personagens fantásticos como o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas ou o Gato de Cheshire, Alice não aprende só a lidar com seres tão diferentes entre si, ela aprende sobre ela mesma, sua identidade e seu potencial.

"... sei quem eu era quando me levantei hoje de manhã, mas acho que já me transformei várias vezes desde então." 
(Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, 1980, pág. 69)

A primeira tradução da obra de Carroll para o português, foi feita por ninguém mais, ninguém menos que Monteiro Lobato.



Em 1951, Walt Disney lançou o desenho Alice no País das Maravilhas e a história de Carroll ganha fama mundial e nós guardamos em nossas mentes a imagem da Alice, loirinha, curiosa e de seu encontro com o universo maravilhoso e atípico.


Em 2010 o diretor de cinema Tim Burton fez a sua adaptação da história e parece que no ano que vem está chegando a continuação do primeiro filme. O que esperar?


E quem ainda não leu e quer se encantar o download gratuito está aqui.


Espero que tenham gostado desse passeio nesta obra fantástica que merece todos os festejos e reedições que recebeu!
E que as futuras gerações continuem a ler a história da menina que ao se distanciar do seu mundo, encontra com ela mesma.

Um grande beijo pra todos e obrigada por me visitarem e me deixarem feliz com seus recadinhos!
Nada Fubanga: encontro de paixões, comunicação, arte, história, pessoas!

Falando Sobre Isso- Semana Cultural Parte I- Concerto da Camerata Antiqua em Curitiba


Tudo bem com vocês Meninas?Por aqui, friozinho gelado, mas nada que nos impeça de respirar um pouco de arte. Na foto eu já animada com a perspectiva artística matinal! kkkk

Hoje no Falando sobre Isso, vou contar pra vocês sobre um concerto que assisti hoje pela manhã na Capela Santa Maria. Esse tipo de evento artístico faz parte da 2ª Semana Cultural da Rede Municipal de Ensino de Curitiba, que acontece de 25 a 29 de agosto. Quer saber o que rolou na primeira? Dá uma olhadinha aqui: 


Os profissionais da educação se inscreveram  e puderam escolher entre espetáculos e oficinas de várias expressões artísticas. 

Eu me inscrevi para o concerto da Camerata Antíqua de Curitiba que rolou na Capela Santa Maria (prédio lindooo de estilo neoclássico), espaço em pleno centro da cidade de Curitiba (Conselheiro Laurindo, 273) para a boa e eterna música clássica! 

  Esta capela construída na primeira metade do século XX, pertencia a Congregação Marista, foi reformada  e transformada em sala de concertos, tornando –se a sede da Camerata Antiqua de Curitiba, que tem não só a orquestra mas também o coral, atualmente regido por uma maestrina cubana! Adoro!!!

Então hoje vários colegas professores, educadores,inspetores escolares, gestores enfrentaram o vento gelado para ouvir o concerto preparado pela Camerata, que teve um repertório bem eclético com autores brasileiros e alguns clássicos. Até filmei, vamos combinar que performance técnica em vídeo precisa melhorar muito! Rsss
A arte tem um papel tão importante na nossa vida, e a música tem essa capacidade de alegrar a nossa alma, de nos fazer sentir seres humanos mais elevados, e pra mim, a música pode sim, ser um canal de conexão com o divino.  Inclusive algumas pessoas estavam tão emocionadas!

Também notei que além da emoção latente promovida pela beleza do espetáculo, as pessoas queriam guardar a memória daquele momento tão singular, muitos celulares registrando, gravando os sons, eternizando o belo. É claro que a historiadora aqui não deixou barato e também registrou o espetáculo! E honestamente, me sinto feliz de dar o play e reviver a beleza que só a arte pode promover.
 Me senti inspirada.“A inspiração está ligada com o fascínio que algo ou alguém nos exerce”. Que nossa capacidade de se inspirar nunca termine!E pra quem quiser conhecer outros espaços culturais da cidade dá uma conferida no site da Fundação Cultural de Curitiba.  Convido todos vocês a realmente darem o play e assistirem o vídeo (ok desculpem pela qualidade dele, prometo melhorar!rs). Não tem como não sentir agradecida a Deus pela vida ouvindo uma música tão bela. Deixo vocês com Bach e o clássico Jesus Alegria dos Homens;

Obrigada a todo mundo que passa aqui e deixa um recadinho carinhoso. Adoro a visita de vocês!
bjkas da Paty Molina
Scrapbook: convergência de paixões; papel, criação, pessoas!



Falando sobre isso- Inverno!



O inverno 2014 começou ontem, exatamente ás 7:51 (pra nós aqui do hemisfério sul, pra quem está no hemisfério norte o solstício de inverno começa no dia 22 de dezembro.
(Dia 4 de junho de 2014- temperatura de 3 graus!)
Essa é uma estação controversa pois que há os que amem o inverno e aqueles que odeiam profundamente a estação mais fria do ano. Então já que vamos ter que conviver com o inverno até o dia 22 de setembro, que ele seja muito bem aproveitado!
Para as culturas da Antiguidade o solstício de inverno tinha um significado muito especial. As culturas que eram chamadas pelos católicos de pagãs, celebravam com festivais a chegada dessa estação.O próprio inverno teria origem em uma lenda da mitologia grega.De acordo com ela, Perséfone que era filha de Zeus com Deméter (deusa da agricultura) tinha de ficar seis meses com sua mãe e os outros seis com Hades, que era o deus do mundo inferior, do terror e da morte.Tristíssima nos 6 meses que ficava sem a filha, a deusa Deméter teria dado a origem ao outono e ao inverno.

Eu sou Curitibana, e então encarar o inverno não é novidade por aqui. Neste mês de junho (ainda outono), tivemos manhãs com 3 graus centígrados!E o que eu fiz neste dia? Convidei a galera do trabalho pra tirar fotos e todo mundo se divertiu pra caramba mesmo encasacado como se diz por aqui. Na minha opinião o inverno tem que ter alegria, se não fica todo mundo tristinho, amuado... 
Também é inevitável pensar no flagelo gerado pela grande desigualdade social que persiste em nosso país, pois sabemos que invernos rigorosos representam muitas vezes morte e doenças para aqueles que não tem a habitação, nem alimentação, nem o vestuário adequado para enfrentar a estação mais fria do ano.
Neste ano os especialistas dizem que o inverno será mais seco, menos aonde??? Aqui no sul, onde o inverno será acompanhado por muitas chuvas. Tá ai gente uma coisa que eu detesto, o frio acompanhado de chuva. Esta combinação sim é nefasta, não dá vontade de sair de casa, de encontrar os amigos, e fazer as coisas dentro de casa fica difícil também porque fica aquela umidade e como diz a minha mãe, "aquele cheiro de cachorro molhado". Péssimo não? Mas voltemos as delícias desta estação, afinal de contas eu sou uma pessoa alegre e positiva e o foco deste post será assim também.


O inverno é muito gostoso, dá pra ficar bem juntinho com o seu par, comer fondue com as amigas, ler bons livros ( no inverno parece que o aconchego da boa leitura fica maior) , e comemos comida bem quentinha, com moderação né? Ninguém quer ficar mal quando a primavera chegar.

Tem uma frase do escritor militante Albert Camus que diz assim;

"Em meio ao inverno descobri que dentro de mim existe um verão inesgotável"!
Genial, Camus me lembrou de um livro que eu li várias vezes chamado a Sabedoria da Natureza (super recomendo!) do Roberto Otsu que usa a sabedoria oriental para falar dos significados simbólicos de todas as estações do ano e de que como precisamos, bem como toda a natureza, passar sim, por todas elas. O inverno personifica o recolhimento, a reflexão e a verdadeira preparação para algo melhor que está por vir, ou seja, você não vai chegar até a primavera sem antes passar pelo inverno.

Essa é a verdadeira essência desta estação. Que nosso inverno seja repleto de coragem, beleza, reflexão e de "calor" por que não?

Espero que vocês tenham gostado desta edição do Falando sobre isso, e quem ainda não leu o;
Falando sobre isso- Organização do Guarda-roupa é só clicar aqui.
Falando sobre isso- Sapatos! é só clicar aqui.
E cá estou eu no primeiro dia de inverno!

Um lindo domingo a todos e um VIVA!!! para os amantes desta estação do ano glamurosa!
Obrigada pela visita! E será um prazer ler seu comentário neste post!
bjkas
Paty Molina
Scrapbook: convergência de paixões; papel, criação, pessoas!




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